segunda-feira, 11 de julho de 2011

Apiville estuda desaparecimento das abelhas



A apicultura em Joinville é referência no estado. Ao todo 160 famílias sobrevivem desta produção
(fotos cedidas por Ingo Weinfurter)

A ideia partiu do técnico Ingo Weinfurter, que acompanha os trabalhos apícolas há 15 anos. "O ano passado foi muito intenso o sumiço das abelhas na região de Florianópolis, Içara e Morro da Fumaça. Teve apicultores que perderam toda sua colmeia. Em Joinville, os desaparecimentos já começaram", relata. 

Segundo Ingo, com a Estação de Controle será possível diagnosticar os reais problemas que incidem no sumiço destes insetos. "Vamos desassociar o que é sumiço do que é erro de manejo. Se elas estão sofrendo ataque de varroa (carrapato de abelha), ou ataque de formigas", conta o técnico. 

 Além dos possíveis predadores naturais será possível diagnosticar problemas de sumiço relacionados a ondas celulares e utilização de inseticidas nas lavouras. "A ideia é conseguir parcerias com órgãos estaduais, como a Cidasc, por exemplo, promovendo a troca de conhecimento e melhorando a qualidade do trabalho", diz Ingo.

Na estação, 16 colmeias serão acompanhadas diariamente. As rainhas reproduzidas serão doadas aos apicultores como contrapartida econômica e incentivo ao cultivo, já que as doações de caixas de cultivo partiram dos apicultores. "Haverá uma rotina de acompanhamento desde a pesagem da rainha até a substituição da mesma. A previsão é que até o final de julho, seis pontos de monitoramento sejam instalados no estado", conta.


A apicultura em Joinville é referência no estado. Ao todo 160 famílias sobrevivem desta produção, a grande maioria como principal atividade na geração de renda. Preservar esta cadeia de produção é investir no meio ambiente e na qualidade de vida do agricultor. O mel é um produto agroecológico e as abelhas são fundamentais para a polinização. Em Joinville, 60% do município é coberto por área de proteção ambiental, ou seja, áreas adequadas para a exploração apícola.

A Estação de Monitoramento será instalada na Fundação 25 de Julho. A ação é uma iniciativa da entidade com apoio da Associação dos Apicultores de Joinville (Apiville).

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Escoteiros de Pirabeiraba realizam sua tradicional feijoada





A primeira reunião para tratar da fundação do Grupo Escoteiro Pirabeiraba aconteceu no ano de 1973, nas dependências da Fundação 25 de Julho, com as lideranças da localidade. Destas lideranças podemos destacar: Carlos Heinz Funke (primeiro presidente), Hans Burguer, Wilfredo Eberhardt, Ivo Gramkow, Iris Eberhardt Boldt, Donald Malschitzky. Assim, no dia 20 de julho de 1974, foi criado oficialmente o Grupo Escoteiro Pirabeiraba – GEP.

O Grupo Escoteiro Pirabeiraba tem sua sede própria e está localizada na rua Conselheiro Pedreira, 1037, próximo ao Hospital Bethesda. Os telefones para contato são: 3424 0226 (Leandro) ou 3424 1154 (Soraia); e-mail: sebt@terra.com.br(Soraia)

Todos os anos o GEP faz uma feijoada para comemorar a sua data de aniversário. Este ano fará a sua 36ª feijoada escoteira, que acontecerá no dia 10 de julho, domingo, a partir das 11h30min, no Galpão de festas do Ancianato Bethesda.

A feijoada é feita em fogo de chão com ingredientes de primeira qualidade e de ótima procedência. Durante a feijoada acontecerão algumas brincadeiras e demonstrações escoteiras.

O movimento escoteiro visa desenvolver o caráter do jovem, transmitindo-lhe responsabilidade, lealdade, cortesia, amizade, disciplina e consciência ecológica. O GEP atende a crianças e jovens desde os 6 anos aos 18 anos de idade nas categorias: lobinho, escoteiro, sênior. Tem 52 membros inscritos junto a UEB (União dos Escoteiros do Brasil). Faz suas reuniões todos os sábados das 14h30 às 17 horas.

O Grupo Escoteiro convida toda comunidade a prestigiar e saborear esta delícia brasileira.



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sociedade União Mildau promove feijoada neste final de semana



Partidos políticos querem mais vereadores em Joinville

Mais gasto: Legislativo precisa passar por reformas para acomodar novos vereadores



 Apesar de lideranças empresariais e de classe de Joinville (Acij, Ajorpeme, CDL, Acomac e OAB) terem entregado em abril ofício se manifestando contra o aumento do número de cadeiras na Câmara de Joinville, o assunto voltou a ser debatido no Legislativo, só que desta vez em iniciativa que partiu dos partidos.

Na terça-feira, em encontro com a mesa diretora, lideranças de nove legendas pediram a criação das novas vagas. Os diretórios municipais do PT, PP, PR, PSL, PRB, PPS, PSC e PSD, liderados por Carmelina Barjona, que comanda o PP de Joinville, entregaram um ofício solicitando que a proposta que aumenta de 19 para 25 o número de parlamentares seja apresentada e aprovada pelos vereadores. 


Essa é a primeira vez que ospartidos falam sobre o aumento do número de parlamentares. Entre os argumentos usados para defender a criação de mais vagas está o de que não haverá custo extra aos cofres públicos. O grupo diz que o teto do repasse diminuirá de 6% para 4,5%. Mas, como todo ano sobe a receita, o valor deve continuar o mesmo. 

Outro argumento é de que o Legislativo nunca gastou o teto. No ano passado, por exemplo, usou 3,2% do repasse. De qualquer maneira, durante a reunião ficou definido que o apoio e a discussão sobre o número de vagas deve partir dos partidos, não da Câmara de Vereadores. A estratégia procura diminuir o impacto negativo na opinião pública.

Agora, para respaldar o aumento, o grupo que defende mais vereadores deve buscar a adesão de mais siglas, como o PSDB, PDT e o PMDB. As lideranças falam ainda em buscar apoios em associações de moradores. Outra possibilidade estudada é a realização de uma pesquisa de opinião pública na cidade. 

A intenção será reunir argumentos que mostrem a importância de se ter seis novas cadeiras no Legislativo. Os próximos passos dessa mobilização serão dados em reunião entre as legendas que deve ocorrer em 15 dias. (an)


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Casa Krüger volta a ser ponto de vendas de artesanato rural




No último fim de semana, a Casa Krüger voltou a ser o ponto de vendas do artesanato da mulher rural da região de Pirabeiraba. Em recesso desde o início do ano, a feira passou por uma reformulação e agora voltou a ser o principal local de divulgação do trabalho das participantes do Programa de Desenvolvimento da Mulher Rural, da Fundação 25 de Julho.
Para as envolvidas, um momento de comemoração. Até 2010, os grupos ligados ao programa se revezavam semanalmente no atendimento do ponto de vendas, mas alguns problemas de agenda fizeram o espaço ser fechado no início do ano. Agora, oito mulheres retomaram as atividades. “Hoje qualquer mulher rural interessada pode participar, sem precisar estar ligada a algum grupo. Nós democratizamos o espaço”, explica Isabel Cristina Cavalcanti do Nascimento, coordenadora da feira.
O local ficará aberto todos os fins de semana. Aos sábados, a feira começa as atividades às 14h e segue até 17h. No domingo, o atendimento será das 9h às 17h. O local privilegia a comercialização de produtos de cama, mesa, banho, acessórios e decoração, confeccionados durante a semana pelas mulheres. “É bastante trabalho, porque fazemos em casa durante a semana para vender depois”, explica Isabel. Toda a renda obtida com as vendas fica com a artesã responsável pelo produto.
Antes da reinauguração, as envolvidas foram conhecer outras feiras similares no Estado, além de participarem de cursos de reciclagem, técnicas de venda e marketing. A intenção é dar uma nova cara à feira e tornar a Casa Krüger mais um atrativo para os moradores de Pirabeiraba e turistas que trafegam em direção a Serra Dona Francisca. (ND)