sábado, 25 de junho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Em vez de pedir para fazer orações, padre manda pecadores plantar árvores


 Essa é para entrar no clima de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira.
Um padre do interior de Goiás adotou uma estratégia bem interessante para fazer valer o tema da Campanha da Fraternidade deste ano: para cada pecado confessado, o pecador deve plantar uma árvore.

A previsão do padre é plantar mil árvores na pequena cidade de Pires do Rio, que tem cerca de 28 mil habitantes e fica a 240 quilômetros de Brasília. Não seria o caso de refazer essa conta?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Egon Seefeldt mantem a tradição de trabalhar com madeira


      Seu Egon faz o trabalho de artesão pelo prazer de decorar a própria casa com peças de refinado acabamento e bom gosto


Há 62 anos a madeira faz parte da vida de Egon Seefeldt, empresário aposentado que se distinguiu como sócio da Álvaro Piske Cia. Ltda., empresa que fez história na comunidade de Rio Bonito, fabricando esquadrias e carrocerias de caminhão. Dono de uma disposição invejável, aos 78 anos de idade, ele conta o motivo de tão longa convivência com a madeira: “Comecei a trabalhar de marceneiro aos 16 anos, com Alfredo Nielson, irmão de Augusto e Eugênio Nielson, fundadores da Carrocerias Nielson. 

Depois, fui trabalhar com Álvaro Piske e aos 25 anos virei um dos cinco sócios da madeireira que ele abriu no lugar da pequena fábrica de móveis. Fiquei na madeireira 32 anos, quando então desativamos a empresa. Mas o fim da sociedade não foi o fim do meu envolvimento com a madeira, coisa que continuo fazendo até hoje”, diz, ao sintetizar sua trajetória profissional.

Ao se aposentar, Egon colocou em prática um projeto que acalentava no tempo de empresário: fazer peças artesanais em madeiras nobres, como araribá e cedro, que ele costumava guardar no tempo de empresário. “Tenho bom estoque de tocos, caibros e até  raízes de madeiras de lei que, com paciência, acabam virando peças artesanais”, assinala, bem-humorado.

Seu Egon faz o trabalho de artesão pelo prazer de decorar a própria casa com peças de refinado acabamento e bom gosto. Com uma pontinha de orgulho, ele gosta de mostrar aos amigos algumas de suas produções, como navios, cachimbos, cuias, candelabros, peixes, baús, uma caminhonete e até uma espingarda de brinquedo, mas com aparência de legítima arma de fogo.

Para desenvolver as peças, utiliza um torno que ele mesmo montou num reservado ao lado da casa. No mais, recorre basicamente a uma faca, lixas e formões para transformar pedaços de madeira bruta em peças artesanais muito bem acabadas.

Bastante forte, o empresário que virou artesão, de quebra, gosta de reservar um tempinho para colocar em ordem mapas de medição de terra que ele mesmo elaborou no tempo em que era sócio da madeireira de Rio Bonito.

“A empresa chegou a ter mais de oito milhões de m2 de área florestal, que eu medi de ponta a ponta depois de fazer um curso de agrimensor  por correspondência. Embora não tenha diploma, entendo desse assunto e preservo todos os mapas como boas lembranças das minhas andanças na mata atravessando grotas, peraus, morros e planícies”, afirma, com saudades daqueles tempos.

Sossego no Vila Nova

Pai de um casal de filhos, seu Egon ficou viúvo há 22 anos. Dois anos mais tarde, conheceu dona Adelir, também viúva, se casaram e foram morar no bairro Vila Nova, onde permanecem até hoje. Ele lembra que a ida para o Vila Nova deu-se em função de na época o bairro ser carente de cabeleireiras. “A Adelir, que é cabeleireira, me convenceu que seria uma boa opção morar neste bairro por ser um lugar de gente sossegada, e nisso ela acertou em cheio”, diz, feliz da vida.

Dona Adelir aproveita para incentivar o marido artesão. “Se ele fica mais de três dias sem mexer com as suas madeiras eu dou um jeito de fazê-lo ir ao atelier. Se não faço isso tenho certeza de que ele acaba ficando doente”, enfatiza, com um olhar espirituoso. (ND)


Google Street View fotografa Joinville



Carros do programa Google Street View, programa que mapeia cidades de todo o mundo a partir de fotografias 360 graus, estão circulando, desde segunda-feira, por Joinville e Florianópolis. A ideia da empresa é estender a passagem por Santa Catarina também para o município de Blumenau.

O objetivo do projeto é conseguir fotografar toda a malha viária presente no Google Maps. A medida também deve ser utilizada para ajudar internautas a consultar rotas para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Além de Florianópolis e Joinville, 59 cidades brasileiras também estão recebendo os carros em suas ruas, segundo informa a página do sistema na internet. Atualmente, outras 51 estão disponíveis para visualização no programa.

As caminhonetes do Google são percebidas de longe. Não somente pelos adesivos e a pintura diferenciada, mas também pelo equipamento fotográfico nada discreto que fica instalado no teto dos carros.

Para colocar as imagens no ar, são utilizadas 15 lentes que tiram fotos em 360 graus, sensores de movimento que rastreiam a posição global, um disco rígido para armazenar dados, um pequeno computador para a execução dos sistemas e lasers que determinam a distância entre as imagens.

O Google não informa quando o mapeamento feito em Joinville e Florianópolis será divulgado. Para evitar problemas com a Justiça, o Google garante que rostos e placas de automóveis são borrados automaticamente pelas câmeras. Pessoas que se sintam prejudicadas, seja por terem seu carro ou casa expostos, ou por considerarem que há conteúdo inadequado nas imagens, podem solicitar a remoção por completo da foto.